domingo, 5 de junho de 2011

A cara do CineCLIP

Nome: Pâmela Cristina Nunes de Carvalho
Idade/Nascimento: 18 anos/ 03 de janeiro de 1993
Formação: 3° ano do segundo grau (CEFET/RJ)/Curso Técnico em Turismo e Entretenimento - 5° Período (CEFET/RJ)
Sobre: Membro de um grupo de dança e cultura popular, escritora e percussionista frustrada.
Filmes: Olga, Uma noite em 67, A Onda, Hotel Ruanda, Histórias de amor duram apenas 90 minutos, Muita calma nessa hora, Cartas da mãe, Frankenstein de Mary Shelley, Ninguém sabe o duro que dei, À sombra da marquise, Estômago, Diamante de sangue.
Música: O Teatro Mágico, Móveis Coloniais de Acaju, Sabonetes, Novos Baianos, Los Hermanos, Tom Jobim, Cartola, Nara Leão, Céu, Sandra de Sá, Plain White T's, Legião Urbana, Titãs, Elis Regina, Tim Maia, Jovem Guarda, Marisa Monte, Roberta Sá, Flora Matos, Bluebell, Rolling Stones, Cássia Eller, Chico Buarque, Matanza,  Raul Seixas, Nando Reis, Oasis, Red Hot Chili Peppers, Kings of Leon, Panic! at the disco, Tiê, Ana Cañas, Caetano Veloso, Cansei de ser sexy, Avenged 7X, Engenheiros do Hawaii.
Livros: O lobo da Estepe (Hermann Hesse); O livro dos abraços (Eduardo Galeano); O alienista (Machado de Assis); O pequeno príncipe (Antoine de Saint-Exupéry); A menina que roubava livros (Markus Zusak); Amor é prosa, sexo é poesia (Arnaldo Jabor); Noites brancas (Fiódor Dostoiévski); A náusea (Jean Paul Sartre); O ovo apunhalado, Morangos mofados (Caio Fernando Abreu); Fortaleza Digital, Anjos e Demônios, Ponto de Impacto (Dan Brown); O melhor do Roda Viva (Paulo Markun); Assim falou Zaratustra, Humano, demasiado humano (Friedrich Nietzsche); Poemas (Ferreira Gullar); A hora da estrela, Laços de família (Clarice Lispector); O processo (Franz Kafka).
PáginasBlog - Que seja doce


"A experiência de organizar um cineclube é única. É lidar com os filmes, com as histórias, com as pessoas. Não é fácil. As vezes falta sangue frio diante dos problemas, as vezes falta sorte na hora de arrumar os equipamentos, as vezes falta tempo, mas no fim acaba dando certo. Sempre fui apaixonada por cinema, pela imagem, pelo som, pelo ato de estar em uma sala de cinema. Sempre senti falta de iniciativas culturais nas instituições públicas, em especial na qual eu estudo. É tudo muito mecânico, muito matemático, muito frio. Uma sessão de cinema na hora do almoço pode ser o único momento de prazer em um dia repleto de cálculos e problemas. E isso faz diferença. Conhecer a ideologia dos cineclubes foi maravilhoso e poder colocar isso em prática, poder proporcionar um pouco de lazer, -  e o mais importante - cultura e reflexão vale todo o esforço."


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